segunda-feira, 24 de julho de 2017

Deixaram que eles trepassem; e agora aguentem!

 

A extrema-esquerda foi promovida politicamente pelas elites e pelos me®dia, e agora a sociedade portuguesa tem que a aturar. O exemplo do que eu quero dizer fica expresso neste texto de um médico (Luís Carvalho Rodrigues), e a propósito da opinião do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

“A ciência médica não tem, portanto, verdades sobre a homossexualidade, como não tem nem deve ter verdades sobre coisa nenhuma. Nem, de resto, são elas necessárias. O respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade.”

Luís Carvalho Rodrigues

É verdade que não existe qualquer “verdade científica” acerca da causa da homossexualidade — ao contrário do que a extrema-esquerda defende. Por exemplo, não é cientificamente verdade que exista um gene gay, ou que a homossexualidade seja congénita; não há qualquer verificação científica nesse sentido. Há uma remota possibilidade de que a epigenética tenha alguma influência na afirmação da homossexualidade, mas também não é claro, do ponto de vista da verificação, de que tal aconteça.

O que pode existir (e existe, mas o médico Luís Carvalho Rodrigues faz de conta de que não existe) são as consequências de uma vida homossexual activa: se o senhor dr. Luís Carvalho Rodrigues quiser, faço-lhe uma lista das doenças derivadas directamente do comportamento homossexual activo; e aqui já não estamos no âmbito da ética: estamos já no campo da verificação científica.


Quando o dr. Gentil Martins afirmou que a homossexualidade é uma “anomalia”, fez uma avaliação ética, e não propriamente uma avaliação científica — embora uma Curva de Gauss revele que a homossexualidade é de facto uma anomalia, e aqui já estamos na área da estatística.

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Ao contrário do que o Bloco de Esquerda afirmou no seu sítio oficial, o dr. Gentil Martins não disse que a homossexualidade é uma “aberração”: disse que é uma “anomalia”. Reparem no modus operandi da extrema-esquerda: alteram as palavras a seu bel-prazer no sentido da manipulação política.


Diz o médico médico Luís Carvalho Rodrigues que “o respeito pelas orientações sexuais de cada um não é matéria de ciência, mas de educação e civilidade”. Porém, o último DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) emitido pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) já considera a pedofilia como uma “orientação sexual”. Se o médico Luís Carvalho Rodrigues não sabe, deveria saber; e espero que o médico Luís Carvalho Rodrigues tenha filhos menores.

“Antes, a Igreja Católica absolvia os pecadores; hoje, absolve os pecados” → Nicolás Gómez Dávila

Não temos respeito pelos desvios sexuais, mas temos respeito pela pessoa, apesar dos seus desvios sexuais. Nós respeitamos pessoas, e não necessariamente comportamentos. A homossexualidade não é uma raça, ao contrário do que defende a extrema-esquerda. Foi isto que o dr. Gentil Martins compreendeu e quis dizer, mas que o médico Luís Carvalho Rodrigues não compreendeu.

domingo, 23 de julho de 2017

Os pretos da Cova da Moura e os brancos da África do Sul : a filha-da-putice comunista

 

A mulher do Frankenstein — à semelhança da Fernanda, a tal que “cansava” o Sócrates — fala de “racismo na Cova da Moura”.

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Diz ela (a mulher do Frankenstein) que ninguém fala da Cova da Moura, e que, por isso, é alegadamente uma manifestação do racismo dos brancos. Mas o racismo contra os brancos já não é mau: até é muito bom porque (alegadamente) ajusta as contas da História, como acontece na África do Sul, onde a minoria branca é tratada de uma maneira tal que faz com os pretos da Cova da Moura sejam uns privilegiados.

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Quando (alegadamente) ninguém fala dos pretos da Cova da Moura, é racismo. Quando ninguém fala dos brancos da África do Sul, que se lixem estes porque merecem ser todos assassinados.

sábado, 22 de julho de 2017

Os dois instrumentos da nova ditadura: a manipulação da ciência pela política, e a redução da ética ao Direito Positivo

 

Se lermos este texto de uma tal Ana Matos Pires, verificamos a manipulação da ciência por parte de uma determinada ideologia política; e se lermos este texto sobre a posição de Isabel Moreira, verificamos a redução da ética (e da moral) ao Direito Positivo.

Em contraponto, sugiro ao leitor um texto do Bernardo Sacadura, por um lado, e por outro lado um texto de José Ribeiro e Castro, acerca do mesmo tema: as afirmações do dr. Gentil Martins acerca da homossexualidade.

Não sei o que será mais grave: se a redução da ética ao Direito Positivo, ou a manipulação política da ciência (cientismo). O Bernardo Sacadura escreveu, com verdade, o seguinte:

« O argumento para desclassificar os actos homossexuais como uma patologia segue o mesmo racional de revisionismo histórico. Tipicamente é apontado que desde os anos 70 a homossexualidade deixou de ser doença.

Convém recordar que o que aconteceu foi que através de uma votação muito disputada a Associação de Psiquiatras Americanos deixou de classificar a homossexualidade como uma doença (que diria Einstein deste extraordinário método cientifico?). Ou seja, somos obrigados a aceitar que a partir desta decisão tomada por votação tudo o que até então era verdade passou a mentira, e que os próprios que votaram contra esta decisão e continuam a não acreditar devem ser desconsiderados. »

Portanto, a decisão da APA (Associação Americana de Psiquiatria) acerca da “homossexualidade saudável” foi uma decisão política, e não o resultado de uma verificação científica.

A psiquiatria é uma ciência social, ou seja, não é uma ciência da natureza (como são, por exemplo, a biologia, a Física, a bioquímica, etc.: são ciências experimentais ou empíricas); nem é uma ciência matemática (ou ciência formal).

 

A Ana Matos Pires ou é burra, ou faz-se de burra. Não é possível a uma ciência social (ou ciência humana) seguir exactamente o método científico idêntico ao que seguem as ciências da natureza. Que não se engane o povo! A decisão de retirar a homossexualidade da DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) foi uma decisão política.

 


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Quanto à Isabel Moreira, é uma burra retorcida; já não tem remédio: à medida que envelhece, vai-se assemelhando às bruxas da Baixa Idade Média.

Aquilo que é legal pode não ser eticamente recomendável. Reduzir a ética ao Direito Positivo revela a estupidez malévola da Isabel Moreira.

Por exemplo, os comunistas tornaram legais os Gulag, mas nem por isso esses campos de concentração eram eticamente recomendáveis. E o holocausto nazi era legal, mas não consta que fosse eticamente legítimo. Mas para a bruxa deputada do Partido Socialista, aquilo que é legal é automaticamente legitimado pela ética; ou aquilo que é considerado ilegal, em um determinado momento, já não é eticamente recomendável.

Esta gentalha pretende enganar o povo. E vão pagar por isso; é uma questão de tempo.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O tractor soviético K-701

 

O José Ribeiro e Castro quebra a espiral do silêncio promovida pelo tractor soviético K-701.

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O Anselmo Borges e o Ouroboros

 

Pela primeira vez, que me lembre, estou parcialmente de acordo com o Anselmo Borges — não pelas múltiplas citações (eu prefiro citar reaccionários, como por exemplo, Nicolás Gómez Dávila ou G. K. Chesterton) que ele introduz o seu (dele) texto, mas pela essência do dito.

O problema é que o Anselmo Borges faz parte da cultura niilista que ele próprio critica; é uma espécie de serpente que morde a sua própria cauda.

“A causa da enfermidade moderna é a convicção segundo a qual o Homem se pode curar a si mesmo.”

— Nicolás Gómez Dávila

Sobre o texto do Anselmo Borges:

Desde logo, Nietzsche não foi um filósofo; foi um literato. Por exemplo, poderíamos também apodar o Antero de Quental de filósofo, mas ele foi mais um literato bipolar do que um filósofo: o seu pensamento tem muitas falhas, baseou-se no panteísmo de Spinoza, e não criou um sistema ou uma doutrina coerentes. E tal como Nietzsche, morreu louco.

Aliás, esta opinião não é só minha: o insuspeito ateu e racionalista Bertrand Russell é da mesma opinião: Nietzsche foi um literato, e não propriamente um filósofo.


Ou seja, a essência do problema da modernidade (ao contrário do que implicitamente parece sugerir o Anselmo Borges) não está no louco literato Nietzsche, mas antes está no Romantismo em geral e, em particular, no Positivismo que é o Romantismo da Ciência.

Ora, o pensamento do Anselmo Borges está eivado de Romantismo — desde Rousseau até Hegel. E a única forma de sairmos da Matrix positivista e/ou romântica que caracteriza a modernidade, é sermos reaccionários — mas isso seria impossível à mente alienada do Anselmo Borges. Um reaccionário é, por exemplo, alguém que não acredita que os problemas humanos tenham (de todo!) soluções humanas; ora, esta ideia reaccionária é, aos olhos do romântico Anselmo Borges, asquerosa. O Anselmo Borges é um progressista, que acredita que o progresso é uma lei da Natureza. Um reaccionário é um eremita moderno que vive no meio da multidão.


“Quem olha sem admirar ou sem odiar, não viu nada.”

— Nicolás Gómez Dávila

ouroborosQuando o Anselmo Borges se refere (neste texto, como em todos os outros textos dele) ao “Outro”, baseia-se em uma visão niilista — na linha do protestante cristão dinamarquês Søren Kierkegaard que se mistura com o sentimentalismo do judeu francês Emmanuel Levinas (“A partir do momento em que o outro olha para mim, torno-me responsável”).

Levinas (assim como Schopenhauer) renunciam a uma fundamentação racional da sua escolha de valores: esta surge, em vez disso, espontaneamente da profundidade dos sentimentos e da (alegada) empatia fundamental. O Anselmo Borges “anda no meio disto”, com as portas abertas à arbitrariedade em nome do sentimento — mas nem todos os seres humanos têm os mesmos sentimentos, e alguns nem sequer são capazes de sentimentos empáticos; e ainda assim, para estes também terá que existir uma ética que seja válida.

Quando o Anselmo Borges defende a substituição da população europeia através da imigração massiva, fá-lo no espírito do niilismo (de Schopenhauer ou de Levinas) que “se torna responsável pelo outro”, mas que abole o princípio humano da auto-conservação. A defesa da imigração massiva na Europa (ao mesmo tempo que se defende a liberalização do aborto nas populações autóctones) é uma forma de niilismo que destrói o espírito de auto-conservação das sociedades (que caracteriza o Anselmo Borges e os chamados “progressistas”): “o racismo branco é mau; mas o racismo contra os brancos é muito bom” — é o lema dos progressistas, que inclui o papa que o Anselmo Borges tanto venera.


“O político de consciência mais delicada apenas consegue ser uma puta pudica.”

— Nicolás Gómez Dávila

Hoje vivemos em uma sociedade em que as elites alinham o seu discurso pelo mesmo diapasão de um exibicionismo moral politicamente correcto, próprio de putas pudicas. O discurso moral das putas pudicas é progressista (no sentido do “progresso” como uma lei da Natureza) e exibicionista. É neste contexto que se insere também o Anselmo Borges — para além de outros, como por exemplo, alguns militantes notáveis do CDS/PP que aparecem amiúde na televisão. Esta metástase cultural proveniente do pudor do putedo elitista apodrece o corpo social, e o Anselmo Borges faz parte dela.


“Daquilo que é importante, não há provas: há apenas testemunhos. O Homem persegue o desejo mas só captura a nostalgia”

— Nicolás Gómez Dávila

Quando o Anselmo Borges diz que “Nossa Senhora não apareceu em Fátima e que se tratou de um fenómeno interior subjectivo”, o que ele faz é clamar pelas provas positivas (o Positivismo como uma forma de Romantismo da ciência) e cagar nas testemunhas. Mas “daquilo que é importante, não há provas: há apenas testemunhos”. Esta é mais uma razão por que o Anselmo Borges faz parte do problema moderno que ele próprio denuncia.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

¿ Não há por aí alguém que vá ao cu ao Luís Aguiar-Conraria ?

 

É que ele parece ansioso com os “homófobos”; parece que, segundo ele, quem não leva no cu é “homófobo”. E por isso chama “homófobo” ao dr. Gentil Martins e ao dr. Abel Matos, sendo que o primeiro é um “senil homófobo”, ou seja, o dr. Martins é homófobo porque é senil: a senilidade, segundo ele, é causa de homofobia. E os burros somos nós, os “faxistas”.

Quando o Aguiar-Conraria souber definir “homofobia”, talvez seja possível começar a levar a sério aquilo que ele diz; mas enquanto ele não tem uma noção de “homofobia”, devemos recomendar-lhe umas saunas de Lisboa onde ele poderá praticar campeonatos de cu aberto.

Aquele texto não tem pénis por onde se pegue nem cu que o aguente. A única solução que nos resta é mandar o Luís Aguiar-Conraria levar no cu — que morra empalado, para que seja feliz até na morte...

Artigo censurado no Facebook (Muslim Refugee Rapes & Beats Woman Pregnant With Twins, Blames It On One ‘Un-Islamic’ Item)

 

NOTICIA-CENSURADA-NO-FB

Esta notícia foi censurada no Facebook, mas não me dou por vencido: vou publicar o artigo de forma indirecta através dos blogues — nem que tenha que criar um blogue novo todos os dias.