quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz

 

O comuna Daniel Oliveira deve estar feliz: morreram 13 pessoas em uma atentado islâmico em Barcelona.

Para ele e para os seus camaradas comunas, estes atentados dão muito jeito, porque colocam em sentido a merda dos brancos que têm orgulho em ser brancos.

pride

monhe-das-cobrasOs comunas, em conluio com o monhé das cobras, patrocinam a construção de uma segunda mesquita em Lisboa — porque é importante que entrem mais maomedanos no nosso país: é inadmissível que ainda não tenha havido uma atentado islâmico em Lisboa!

O estatuto internacional do nosso país sai diminuído porque ainda não se massacraram brancos em Portugal — a não ser no incêndio de Pedrogão Grande, mas não é a mesma coisa: há que transformar o mosteiro dos Jerónimos em uma mesquita, a ver se estimulamos a imigração islâmica em massa e umas matanças dos brancos, de vez em quando.

Em Espanha já aconteceram dois atentados islâmicos: um em Madrid e outro agora em Barcelona. Ora, o Daniel Oliveira e os seus camaradas não podem estar satisfeitos com o atraso de Portugal, que nem sequer teve ainda um atentadozinho pequenito contra os filhos-de-puta dos brancos!

Não se admite! Ó Daniel!: vê lá se dás uma palavrinha ao cheque Munir, porque isto de não haver Jihad contra os cafres em Portugal, não está com nada!

O Diário de Notícias parece o PRAVDA, da União Soviética

 

O que se faz no Diário de Notícias não é jornalismo: aquilo parece um blogue da Esquerda radical.

Por exemplo, uma tal jornaleira Ana Meireles diz que não existe violência de esquerda nos Estados Unidos: a violência, segundo ela, é monopólio dos “neonazis” que, para ela, é a mesma coisa que Direita Alternativa.

Segundo o Diário de Notícias e a jornaleira Ana Meireles:

Estes são apenas uns poucos exemplos de dezenas de incidentes e de acções violentas perpetradas pela Esquerda americana nos últimos seis meses.

Hoje, o Diário de Notícias é uma espécie de órgão oficial da extrema-esquerda em Portugal.

 

A acção pacífica da Esquerda em Berkeley

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Já não existe Direita viável que não seja a Direita Alternativa

 

Na declaração de princípios da Direita Alternativa, vemos no ponto 15 o seguinte:

“A direita alternativa não crê na superioridade geral de qualquer raça, nação, povo ou subespécie. Cada raça, nação, povo e subespécie tem as suas próprias forças e fraquezas, e detém o direito soberano de viver em paz na cultura nativa que prefere”.

No ponto 16, diz o seguinte:

“A direita alternativa é uma filosofia que valoriza a paz entre as várias nações do mundo e que se opõe a guerras que se destinam a impor os valores de uma nação noutras, bem como tentativas de exterminar nações individuais através da guerra, do genocídio, da imigração ou assimilação genética”.


Dizer que a Direita Alternativa é racista, é estupidez. E o que a Esquerda radical (marxista) faz constantemente é “encostar” a Direita Alternativa a grupos racistas, ao mesmo tempo que apoia o racismo de Esquerda (o racismo negro do Black Lives Matter, por exemplo).

Nos últimos dias tenho lido alguns artigos escritos por “conservadores” americanos — como é o caso deste texto —, e verifico que o “conservadorismo” (tal qual concebido, por exemplo, por Roger Scruton ou por Russell Kirk) ou o neo-conservadorismo (segundo os princípios filosóficos de Leo Strauss), não têm qualquer hipótese de se confrontar com o neo-marxismo (que engloba o marxismo cultural) que nasceu do pós-modernismo.

Vemos no texto — como em outros textos que tenho lido — que os conservadores americanos preferem dar à esquerda radical marxista tudo o que ela quiser, para não terem que entrar em conflito. No caso vertente, o autor do texto defende a ideia segundo a qual é preferível destruir todos os símbolos da Confederação Sulista, do que entrar em conflito com a esquerda marxista. Ou seja, os “conservadores” americanos — que apoiam o partido republicano do sistema político — já entraram em uma fase de capitulação.


Não nos podemos esquecer de que o partido americano que apoiou a escravatura e o eugenismo — por exemplo, o partido apoiado pela Margaret Sangerfoi o Partido Democrático (a Esquerda), até à II Guerra Mundial. O Partido Republicano de Lincoln (a Direita) foi o partido que combateu o racismo e a escravatura na guerra civil americana.

Quem libertou os escravos (negros) americanos foi a Direita.

Depois da II Guerra Mundial, a Esquerda americana [que sempre apoiou o racismo e o eugenismo, nos Estados Unidos como na Europa: não esquecer que Mussolini era marxista, e que o partido nazi alemão era socialista] “virou o bico ao prego” e passou a “apoiar os negros” por uma questão de caça ao voto.


A Direita Alternativa não defende um Estado intrusivo e plenipotenciário — ao contrário do que acontece com todos os partidos socialistas, incluindo aqueles que fazem a saudação romana.

NEONAZIS-WEB

Ora, por uma questão de caça ao voto, os ditos “conservadores” americanos actuais (neocons) adoptam as políticas de Esquerda de fortalecimento do Estado: a prova disto é o estado de conflito permanente que existe entre a maioria republicana no Congresso e no Senado que não quer baixar os impostos, por um lado, e Donald Trump que quer baixar os impostos, por outro lado.

A maioria do Partido Republicano americano actual alinha, no essencial, com a política estatista do Partido Democrático.

A capitulação da chamada “direita conservadora” é um facto; é tão evidente que até fere a vista. A preocupação dos ditos “conservadores” é a de acalmar a violência da Esquerda radical marxista, cedendo em tudo o que for possível — como, por exemplo, cedendo na destruição dos símbolos dos confederados. E se os ditos “conservadores” cedem na destruição dos símbolos dos confederados, incluindo a estátua do general Lee, então terão que ceder à exigência violenta dos marxistas americanos do Partido Democrático que pretendem eliminar quase todos os símbolos públicos dos fundadores dos Estados Unidos, porque quase todos eles eram donos de escravos, incluindo Jefferson e Lincoln.

Ou seja, os “conservadores” começam por ceder em relação a um determinado símbolo (neste caso, uma estátua), e depois vão ter que ceder em relação à própria Constituição dos Estados Unidos, nomeadamente no que diz respeito à Primeira Emenda (liberdade de expressão) e à Segunda Emenda (liberdade de porte-de-armas).

De cedência em cedência, os “conservadores” americanos caminham para a extinção, e o Partido Republicano passará a ser um partido que secunda e copia as políticas de um Partido Democrático radicalizado e marxista: o fenómeno da violência “antifa” americana é apoiada pelas “elites” do Partido Democrático, e pela plutocracia (que inclui George Soros) embora por razões diferentes.

soros-web

O mesmo fenómeno já acontece em Portugal: vemos, por exemplo, acordos tácitos entre o Partido Social Democrata da Teresa Leal Coelho com o Bloco de Esquerda da Catarina Martins (em relação ao aborto, ao "casamento" gay, à adopção de crianças por pares de invertidos, à lei da "barriga de aluguer", à eutanásia, etc.), ou o apoio do CDS/PP da Assunção Cristas à iniciativa do Bloco de Esquerda da Catarina Martins em relação às quotas para mulheres nos Conselhos de Administração das empresas privadas (tudo isto a coberto de directivas europeias “obrigatórias” que não existem enquanto tais).

A dita “Direita” em Portugal já é uma espécie de “papel carbono” da Esquerda; é um movimento político descaracterizado e sem espinha dorsal. O CDS/PP da Assunção Cristas fecha a Esquerda à direita. Precisamos de uma Direita Alternativa em Portugal que também não existe ainda.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

As piadas da extrema-esquerda.

 

Se fosse alguém da Direita a dizer o mesmo do João Semedo, por exemplo, caía o Carmo e a Trindade.

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Não há que ter misericórdia da extrema-esquerda. Há apenas que contribuir para a sua extinção física.

Por exemplo, o João Semedo já deveria estar eutanasiado; e não só: deveríamos eutanasiar a extrema-esquerda, à força. Este João Quadros já deveria estar enterrado.

Os me®dia apoiam claramente (e sem vergonha) o totalitarismo da extrema-esquerda marxista

 

Deixei de ler o jornal Público, e aconselho os leitores a deixar de o ler; que seja o Belmiro de Azevedo a pagar os prejuízos de um jornal marxista. O semanário SOL, que tinha uma linha editorial moderada, também descambou para a Esquerda e deixei de o ler.

Agora temos o Diário de Notícias: desde que o Leonídio Leonardo Leopoldo Leopildo tomou conta do jornal (o que coincidiu com o despedimento do jornalista Alberto Gonçalves), que a linha editorial do Diário de Notícias passou a ser nitidamente marxista — como podemos ver neste editorial asinino de um tal Pedro Tadeu que compara (coloca no mesmo nível) crimes de colarinho branco, por um lado, e (por exemplo), por outro lado, os assassinatos em massa que uma bomba islâmica pode causar. Para o Tadeu, uma vigarice financeira é um crime que está na mesma categoria de um assassínio, por exemplo. É com esta merda de jornalismo que temos que conviver.


E reparem neste anúncio de notícia :

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pnr-logo-webDá a impressão de que não existe extrema-esquerda marxista nos Estados Unidos; a notícia ignora que as vítimas da “marcha da extrema-direita” estão directamente ligadas a uma marcha ilegal da extrema-esquerda marxista que ocorreu na mesma cidade. Ou seja, para o Diário de Notícias, a extrema-esquerda marxista é hoje o “centro político” de um qualquer país. É com este tipo de cavalgaduras letradas que estamos a lidar.

Quanto mais os me®dia escamoteiam a crítica à extrema-esquerda marxista (como acontece em Portugal, por exemplo com o branqueamento político do Bloco de Esquerda) → mais a chamada “extrema-direita” se vai fortalecendo — porque, perante uma percepção (verdadeira ou falsa: ver o que significa “espiral do silêncio”) do avanço político da extrema-esquerda, os libertários e conservadores tendem a encostar-se àquilo a que se convencionou chamar de “extrema-direita neonazi” — porque, por exemplo, para um libertário, o marxismo é o pior dos mundos.

Portanto, são os próprios me®dia e a extrema-esquerda que alimentam o crescimento dos grupos radicais daquilo a se chamam “neonazis” — como se os nacionais-socialistas (os nazis) não fossem socialistas.


Por fim, o Diário de Notícias, ao mesmo tempo que faz de conta que extrema-esquerda marxista não existe, confunde propositadamente o chamado Alt-right (ou Direita Alternativa) com o Ku Klux Klan e com o chamado “neonazismo”. Mete tudo no mesmo saco. Para o Diário de Notícias, um católico ortodoxo é um “fascista”, por exemplo; para o Diário de Notícias, não existe qualquer diferença entre o Cardeal Burke e o Goebbels; e o Donald Trump é o diabo em pessoa, não se distinguindo do próprio Hitler.

Por estas e por outras é que coloco seriamente a hipótese de votar no PNR (Partido Nacional Renovador) nas próximas eleições → porque a verdade é que o marxismo matou muitíssimo mais pessoas inocentes do que o nazismo. Entre o Bloco de Esquerda ou/e o Partido Comunista, por um lado, e o PNR (Partido Nacional Renovador), por outro lado, então que venha daí o PNR (Partido Nacional Renovador).

 


Nota: o governo da extrema-esquerda liderado por António Costa ignora o parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) e autoriza a captação e gravação de som através dos sistemas de videovigilância operados pela polícia. Se fosse o governo de Passos Coelho a fazer isto, tínhamos o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista aos berros na rua.

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domingo, 13 de agosto de 2017

Raquel Varela: é o sol na eira e a chuva no nabal

 

“A onda de violência contra os turistas em Espanha, que não subscrevo – não tenho admiração alguma por violência gratuita ou aquela tese da violência entre trabalhadores como sintoma da violência do Estado e outras palermices – tem um fundo muito elementar, o drama não são os turistas (eu sou turista em muitos lugares) mas as rendas da propriedade em busca desesperada de valorização fora da produção – onde cai a taxa de lucro. Estas rendas estão a tornar a cidade para a maioria dos habitantes – de Paris ao Rio – num espaço inabitável para quem esteja lá mais do que 3 dias.”

Raquel Varela


Imaginemos uma renda de 500 Euros mensais para um T2 na zona da Boavista, no Porto.

São 6.000 Euros anuais brutos. Retiremos os 7% mensais da praxe para a imobiliária que tratou de alugar o apartamento: menos 420 Euros anuais = 5.580 Euros. Além disso, a imobiliária cobra uma renda inteira: menos 500 Euros = 5.080 Euros.

Depois temos o IMI : menos 250 Euros anuais = 4.830 Euros.

Depois temos as despesas de condomínio: 600 Euros anuais. Ou seja, 4.830 Euros menos 600 Euros = 4.230 Euros.

Depois temos o IRS: 28 % sobre 4.230 Euros = menos 1184,40 Euros = 3.045,60 Euros.

Ora, 3.045,60 Euros a dividir por 12 meses dá 253,80 Euros mensais — o que até não seria um mau rendimento mensal (livre de impostos) para o senhorio.

Mas o problema é que o apartamento necessita de manutenção : um cilindro que avaria, uma pintura de vez em quando, o vídeo-porteiro que avariou, o sistema de canalização que necessita de ser reparado ou/e renovado, trabalhos de carpinteiro aqui e ali, trabalhos de electricista, etc..

Portanto, o senhorio tem que ter uma reserva no mínimo de 1.000 Euros anuais para obras de manutenção de urgência — ou seja, 85 Euros mensais a menos = dá um rendimento líquido de 168 Euros por mês para um T2 em uma zona nobre da cidade do Porto. É um fraco rendimento para um investimento actual que ronda os 150 mil Euros (o custo de um T2 de boa construção em uma zona central da cidade do Porto).

Investir 150 mil Euros para ter um rendimento mensal líquido de 160 Euros, é negócio de burro. É só fazer as contas. Mas a Raquel Varela diz que “as rendas estão caras”.

Em primeiro lugar, para a Raquel Varela não há um “mercado”; tanto faz uma casa no centro de Lisboa como uma outra na Amadora. A mentalidade e a doutrinação comunista bloqueia a noção de “mercado”.

Em segundo lugar, na mente comunista da Raquel Varela, os impostos não podem baixar: o IMI e os 28% sobre o valor da renda, depois de deduzidas as despesas, é chupa-chupa (no cu do senhorio). Na mentalidade comunista, a única coisa que pode baixar ad infinitum é o rendimento do investidor / senhorio.

O que se passou em #Charlottesville, Virgínia

 

A repórter do Rebels Media, Faith Goldy, filmou tudo. Podem ver aqui.

O que se passou, em resumo, foi o seguinte: toda a gente pode reunir-se legalmente em uma qualquer Manif — excepto os brancos. Os brancos são um grupo étnico actualmente reprimido nos Estados Unidos. Todos os grupos étnicos — como por exemplo o Black Lives Matter — podem manifestar-se legal ou mesmo ilegalmente, mas os brancos nem legalmente se podem manifestar com segurança na via pública.

Tinha sido autorizada uma Manif da Direita Alternativa em Charlottesville; era uma Manif legal autorizada pelo governo local.

Um grupo de extrema-esquerda (“antifa”) organizou uma contra-manifestação ilegal (não autorizada pelo governo local).

A polícia teve um comportamento parcial: protegeu o avanço da extrema-esquerda em direcção ao local em que se encontravam os manifestantes da Direita.

Quando os dois grupos se encontraram — com a cumplicidade da polícia —, sucedeu o que seria inevitável: até me surpreende que só tenha havido uma morte.


Agora, retenham o seguinte:

1/ quando o deputado republicano ao congresso, Steve Scalise, foi baleado em Junho passado por um militante da extrema-esquerda, os me®dia disseram que a culpa era de Donald Trump.

2/ quando a polícia de Charlottesville deixa que dois grupos antagonistas se encontrem na via pública e acontece uma morte, ¿adivinhem de quem é a culpa? De Donald Trump, claro!